Como os golpes funcionam: Exemplos falsos de golpes (phishing) que ensinam a reconhecer e se proteger. Seguro e educativo.

Como os golpes funcionam

Aprenda a reconhecer golpes vendo como eles aparecem na prática. Esta ferramenta mostra exemplos falsos e educativos — login clonado de rede social, falsa promoção, prêmio no Pix, aviso de banco e o golpe do falso parente no WhatsApp — e, ao interagir, revela os sinais que entregam cada um e como se proteger. Tudo é fictício e seguro: as marcas são inventadas, nada é coletado e os campos não funcionam.

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Como usar: como os golpes funcionam

  1. Escolha um tipo de golpe na lista.
  2. Veja a tela falsa como ela apareceria na vida real (repare na URL e nos detalhes).
  3. Interaja como você faria (clicar, “entrar”) ou peça para mostrar os sinais.
  4. Leia os sinais que entregam o golpe e as dicas de proteção.
  5. Repita com os outros exemplos para treinar o olho.

Sobre a ferramenta

Golpes na internet funcionam imitando algo em que você confia — a tela de login da sua rede social, uma promoção de uma loja conhecida, um aviso do banco — e criando pressa para você agir sem pensar. Esta ferramenta recria esse visual de forma segura, com marcas fictícias e um aviso permanente de que é falso, para você aprender a desconfiar nos momentos certos.

Cada exemplo destaca os sinais clássicos: o endereço (URL) que não é o oficial, a pressa e as ameaças, o prêmio bom demais, o pedido de senha, código do aplicativo ou dados do cartão, e os pedidos de dinheiro urgentes por mensagem. Depois, mostra como se proteger em cada caso.

É uma ferramenta de conscientização, não um ataque: os formulários não enviam nem guardam nada, não há logos nem domínios reais, e o objetivo é único — ajudar você e sua família a não cair em golpes. Nenhum dado seu é coletado.

🔒 É uma simulação educativa. Não há logos nem sites reais, os campos não funcionam e nada é coletado ou enviado para servidores. Feita por Vinicius Monteiro Orlandi.

Perguntas frequentes

Isso é um golpe de verdade?

Não. É uma simulação educativa. As marcas são inventadas, as páginas não são reais e nenhum dado é coletado ou enviado.

Posso digitar meus dados para testar?

Não precisa e não deve. Os campos são inertes (não funcionam) de propósito. Nunca digite dados reais em páginas que chegam por link.

Qual o sinal mais importante?

O endereço do site (a URL). Golpes usam endereços parecidos, mas diferentes do oficial. Na dúvida, não faça login por link: abra o app ou digite o site você mesmo.

O banco pode me pedir a senha por link?

Não. Banco não pede senha, código do aplicativo (token) nem dados do cartão por link, SMS ou telefone.

Como ensinar isso para um familiar?

Mostre cada exemplo com ele, deixe que “caia” no ambiente seguro e leia junto os sinais. Ver o golpe acontecer ensina mais que só avisar.

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